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  • Economia de combustível

    Com os constantes aumentos do preço da gasolina, aumentar o rendimento de seu carro é a melhor maneira de proteger o bolso. Aprenda algumas maneiras de aumentar a eficiência do motor e economizar gasolina.

    1 - Acelerar e frear bruscamente são alguns dos piores inimigos da economia de combustível, além de ser um perigo para os condutores e pedestres que estão por perto. Evite picos de velocidade, o correto é conduzir com suavidade. Acelere gradativamente, o motor responderá com eficiência sem consumir exageradamente. Frear com calma dá ao condutor (em algumas situações) a possibilidade de aproveitar a inércia do veículo para retomar a velocidade, outro ponto a favor da economia.

    2 - Em declives, mantenha o veículo engrenado, acelere o suficiente e aproveite o embalo. É mais uma forma de economizar. Nessa situação, nunca desça em ponto morto. Use o freio-motor para que o veículo não desça desgovernado e, também, para não sobrecarregar o sistema de freios quando precisar dele.

    3 - Um pneu pode ser responsável por até 20% do consumo de combustível devido à resistência ao rolamento. Esta resistência depende de fatores externos ao pneu (velocidade, peso e conservação do veículo, pavimento, temperatura, calibragem semanal) e internos, como estrutura, compostos e desenho da banda de rodagem. Além da atenção com a calibragem, é preciso manter as rodas alinhadas para evitar o aumento do consumo de combustível.

    4 - Entre os tipos de óleo especificados pela montadora para o motor, escolha sempre o de menor viscosidade. Os lubrificantes de baixa viscosidade podem proporcionar redução no consumo de combustível se comparados aos óleos convencionais de maior viscosidade, além de reduzir as emissões de poluentes na atmosfera e aumentar a durabilidade do propulsor.

    5 - O porta-malas do seu carro está cheio de coisas desnecessárias, que você nem dá atenção? É melhor arrumar outro lugar para essa bagagem. Carregar peso à toa é outro fator que eleva o gasto de combustível. Segundo estudos, um peso de 100 quilos pode equivaler a um gasto extra de até 0,3 l/100 km – na média, já que o tipo de veículo, de motor e desenho da carroceria, basicamente, também influenciam.

    6 - Nos dias quentes, o ar condicionado ganha status de salvador da pátria. Ainda mais para quem sabe usá-lo da melhor forma. Quando estacionado sob o sol, o carro atua como uma estufa, já que a massa de ar de seu interior fica mais quente que a do exterior. Ao sair com o veículo, rode com os vidros abertos para acelerar o resfriamento do habitáculo. Só ligue o ar condicionado depois disso. Em trajetos curtos, é possível que o sistema nem tenha tempo de cumprir sua função – melhor nem acioná-lo para não desperdiçar combustível.

    7 - Falando em temperatura, o motor consome menos quando está aquecido na medida certa (conforme indica o mostrador no painel). Quanto mais tempo for possível trabalhar dentro desta faixa, melhor. Por isso, vale planejar bem o uso do veículo. É melhor traçar uma rota para ir a vários lugares de uma vez, se possível, do que recorrer a várias saídas rápidas ao longo do dia.

    TAMBÉM de nada adianta ficar procurando posto com combustível mais barato e economizar nas aceleradas se itens simples da manutenção do carro são esquecidos. A troca das peças nos prazos recomendados pelas montadoras interfere diretamente no consumo.
  • Perigo do combustível adulterado

    A qualidade do combustível é fundamenta não apenas para um bom desempenho do veículo, mas também para evitas problemas no motor. Infelizmente, casos de adulteração são cada vez mais comuns. Solvente e até água são misturados aos combustíveis trazendo sérios problemas.

    Principais problemas:
    Derretimento das mangueiras de combustível e outras peças de borrachas;
    Carbonização excessiva dos pistões;
    Entupimento dos bicos injetores;
    Aumento da carbonização das velas e válvulas;
    Formação de borra no óleo lubrificante do motor;
    Corrosão excessiva das peças.

    Sinais de alerta:
    Dificuldade ao dar partida;
    Marcha lenta instável;
    O motor “apaga”, falha ou “bate pino” com freqüência;
    As acelerações ficam mais lentas;
    Perda gradativa da potência;
    Diminuição no desempenho e rendimento;
    Aumento do consumo de combustível.
  • Manutenção de filtro de ar do motor e da cabine do ar condicionado

    A função do filtro de ar do motor é reter as partículas de pó de sujeira do ar que vão para o motor, protegendo pistões, anéis e outros componentes contra desgastes e abrasão, evitando, assim, reparos custosos.

    O filtro de ar deve, ao mesmo tempo, reter partículas em suspensão no ar e assegurar um fluxo adequado de ar para o motor, para que a queima do combustível seja perfeita. Quando um filtro de ar está saturado, o fluxo de ar para o motor é reduzido, afetando o desempenho/força do motor e consumo de combustível. Por isso, é importante isnpecionar e, se estiver sujo, deve ser substituído.

    Tentar limpar o filtro de ar soprando o ar comprimido de dentro para fora somente irá danificar o papel do filtro e fazer com que a poeira passe.

    Os filtros foram projetados para suprir a quantidade perfeita de ar para o motor.

    O filtro de cabine (do ar condicionado), quando em más condições, possibilita a ocorrência de mau cheiro no interior do veículo, a concentração de fungos, bactérias e ácaros, acentuando problemas de alergia do usuário e perda de eficiência do ar. Isso ocorre porque o filtro de cabine tem a função de impedir o ingresso de fuligem, poeira e gases tóxicos resultantes de emissões veiculares em seu interior, garantindo a qualidade do ar para os ocupantes.

    É possível constatar visualmente as condições dos filtros de cabine e de ar. Basta verificar a quantidade de sujeira depositada na superfície. Quando toda a área até o fundo das dobras estiver impregnada, a peça está saturada. Além disso, imperfeições na geometria das dobras, falhas na vedação e danos no papel indicam o fim da vida útil do filtro.
  • Revisão de veículo antes de viajar

    Para sua segurança e de seus familiares, nunca deixe de realizar a revisão do seu veículo antes de pegar a estrada. Dentre os itens que deverão ser verificados na revisão podemos citar: pneus, rodas, equipamentos de sinalização de troca de pneus, óleo do motor, filtros, sistema de limpeza dos vidros e suspensão. Muitos destes itens você mesmo poderá verificar, porém existem itens que deverão ser verificados por uma oficina mecânica de credibilidade.

    Passe na Vicar e converse com nossos atendentes. Viaje com segurança.
  • Lubrificantes para o motor

    O óleo do motor tem como função lubrificar e reduzir o atrito e o calor gerado, mantendo a temperatura das partes móveis do motor dentro dos limites toleráveis, evitando desgastes das partes. Com o funcionamento do motor o óleo se enfraquece perdendo sua eficiência, podendo comprometer a vida útil do motor, dessa forma, deve ser trocado periodicamente de acordo com as indicações no Manual do Fabricante, verificando o período de quilometragem e data para que não ocorra falhas no sistema de lubrificação. Além disso, não esqueça de verificar o nível do óleo a cada 1000 quilômetros ou uma vez por semana e antes de viagens longas.

    É importante que se espere ao menos 5 minutos após o motor ter sido desligado para se medir o nível do óleo. Isto porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter(reservatório) e, assim, podemos ter a medida real do volume de óleo.

    Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o lubrificante fica abaixo do mínimo na vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o lubrificante fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até a ruptura de bielas, além do lubrificante em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

    A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido.
    É normal um consumo de meio litro de óleo a cada mil quilômetros rodados, com carros de passeio, mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo.

    Com o uso do carro, o nível do lubrificante baixa um pouco devido as folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível.

    Não é recomendado o uso de aditivação suplementar de desempenho em óleos lubrificantes. Os óleos lubrificantes de qualidade (boa procedência) já possuem, de forma balanceada, todos os aditivos para que seja cumprido o nível de desempenho ao qual foi desenvolvido. Não há testes padronizados que avaliem o desempenho de mistura de óleos lubrificantes e a aditivação suplementar e a borra é uma consequência deste problema.

    É recomendado, ao trocar o óleo, trocar também o filtro de óleo. O óleo, com seus aditivos detergentes/dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo podendo causar sérios danos ao motor.

    Geralmente quando se utiliza um lubrificante com nível de desempenho inferior ao recomendado pelo fabricante do veículo. Mesmo reduzindo o período de troca, pode haver problemas de formação de borra devido ao envelhecimento (oxidação) precoce do lubrificante e, consequentemente, dano ao motor.

    O uso de gasolina adulterada pode gerar borra no cárter. O óleo lubrificante é contaminado por subprodutos da queima do combustível durante sua vida útil. Essa contaminação ocorre e faz parte da operação do motor. Mas se o combustível for adulterado estes subprodutos serão de natureza diferente e resíduos com aspecto de resina poderão se formar no motor, aumentando a probabilidade da formação de borra, entupindo passagens de óleo e prejudicando a lubrificação e refrigeração interna do motor.

    Mesmo utilizando o óleo correto e combustível de qualidade assegurada, períodos de troca além do recomendado podem levar à formação de borra, devido ao excesso de contaminação e de oxidação do lubrificante.
  • Manutenção de ar condicionado veicular

    A manutenção do sistema de ar condicionado pode ser feita em qualquer época, principalmente no verão, com temperaturas mais altas onde necessitamos e usamos mais o sistema. Para um bom funcionamento do aparelho o sistema deve ser acionado pelo menos uma vez por semana, mesmo no inverno, pois evita o ressecamento das mangueiras e prolonga a durabilidade dos componentes. O filtro deve ser trocado pelo menos uma vez por ano.
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